A nova política, informou o Washington Post, trataria a bandeira confederada de forma semelhante
A nova política, noticiou o “Washington Post”, trataria a bandeira confederada de forma semelhante, embora a exibição desta última continue proibida, segundo documentos examinados pelo jornal norte-americano. Um oficial da Guarda Costeira chamou as mudanças de “arrepiantes”.
“Não merecemos a confiança da nação se não tivermos clareza sobre a divisão das suásticas”, disse o funcionário. As novas diretrizes também foram criticadas pelo senador democrata Jacky Rosen do Comitê de Comércio do Senado, que pediu à administração Trump que revertesse as mudanças antes que entrassem em vigor.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos negou os rumores divulgados pelo jornal “Washington Post”, segundo os quais o corpo militar deixará de classificar a suástica e o laço pendurado como símbolos de ódio. O que noticiou o jornal, segundo o qual a decisão surge na sequência da adoção de uma nova política, que entrará em vigor em 15 de dezembro, é “categoricamente falso”, lê-se num comunicado do comandante interino da Guarda Costeira, almirante
Kevin domingo
que afirma que “esses símbolos são e permanecerão proibidos pela política da Guarda Costeira”.