A iniciativa, promovida pelo primeiro -ministro Giorgia Meloni, pretende fornecer à Ucrânia uma forma de defesa coletiva semelhante à prevista pelo artigo 5 da OTAN, sem, no entanto, envolvendo a adesão de Kiev à aliança
Os líderes europeus estão discutindo um mecanismo que envolveria aliados da Ucrânia para avaliar a oferta de assistência militar em Kiev dentro de 24 horas no caso de futuros ataques da Rússia. Fontes citadas pela agência de informações econômicas “Bloomberg”, segundo a qual a iniciativa, promovida pelo primeiro -ministro Giorgia Melonipretende fornecer à Ucrânia uma forma de defesa coletiva semelhante à prevista pelo artigo 5 da OTAN, sem, no entanto, envolvendo a adesão de Kiev à aliança. O plano italiano prevê que os países com acordos bilaterais com a Ucrânia possam coordenar rapidamente uma resposta, que incluiria apoio militar, assistência econômica, fortalecimento das forças e multas ucranianas em Moscou. Não está claro se isso implicaria o envio de tropas européias para o campo. Um modelo de referência pode ser o contrato bilateral de Roma-Kiev de 2024.
A proposta ocorre após a recente reunião na Casa Branca entre Trump, Zelensky e os principais líderes europeus, nos quais os Estados Unidos confirmaram o compromisso de fornecer garantias de segurança de Kiev, excluindo o envio de soldados, mas assumindo apoio aéreo. A França e o Reino Unido estão avaliando a possibilidade de enviar tropas para a Ucrânia como parte de um possível acordo de paz. Meloni enfatizou que o modelo italiano garantiria a proteção da Ucrânia através da OTAN ou, alternativamente, através de compromissos individuais dos estados individuais. O primeiro -ministro definiu a proposta “uma solução mais duradoura do que implantar tropas no chão”, propondo -se como uma ponte entre Washington e Kiev.