Segundo o secretário-geral, o acordo anunciado no passado domingo entre os EUA e o Irão é um “bom acordo” e é importante reduzir as capacidades militares iranianas e o programa de mísseis balísticos
Se uma guerra eclodisse, todos os Aliados, incluindo os EUA, “maximizariam os seus recursos para lutar”. Ele declarou isso Marcos Rutesecretário-geral da NATO, falando à imprensa em Bruxelas antes da cimeira dos ministros da defesa da Aliança. Rutte acrescentou então que, se o Artigo 5 for ativado, ele tem “certeza de que lutaremos e que venceremos”. O secretário sublinhou então que a redução das contribuições dos EUA está a ser compensada pelos europeus e canadianos, estando algumas partes já em estado avançado e outras em que ainda há trabalho a fazer”.
Segundo o secretário-geral, o acordo anunciado no passado domingo entre os EUA e o Irão é um “bom acordo” e é importante para reduzir as capacidades militares e o programa de mísseis balísticos do Irão. Rutte sublinhou que o programa de mísseis “é uma ameaça para o Médio Oriente, mas também para a Europa”. O secretário sublinhou então a importância da liberdade de navegação e declarou que, se a NATO “pode desempenhar um papel, está obviamente sempre disposta a ajudar”.
Rutte confirmou que o presidente ucraniano Volodimir Zelensky participará presencialmente no Grupo de Contacto de Defesa Ucraniano hoje em Bruxelas, na sede da NATO. O secretário-geral disse que o presidente chegou ontem à noite e que discutiram o estado da guerra, na qual o país “está muito bem”.