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Türkiye: 436 pessoas presas por vínculos com o grupo de fetos com golpe de cupê de 2016

A operação envolveu policiais em 60 províncias diferentes baseadas em Smyrne, dentro da estrutura de uma investigação destinada a desmontar as redes de financiamento da organização

As autoridades turcas iniciaram uma vasta operação contra 436 pessoas suspeitas de terem colaborado com o grupo FETO, um movimento fundado pelo pregador e filantropo Fethullah Gulelemorreu em outubro passado aos 83 anos na Pensilvânia, nos Estados Unidos. A operação envolveu agentes da lei em 60 províncias diferentes com base em Smyrna, no contexto de uma investigação destinada a desmontar as redes de financiamento da organização por ocasião do nono aniversário da tentativa de cupamento, que está em 15 de julho de 2016. Os senisões foram emitidos contra os suspeitos de indivíduos que forneceram apoio financeiro ao grupo. As investigações determinaram que as suspeitas, já envolvidas no passado ou vinculadas a pessoas investigadas por pertencer a um feto, teriam simuladas vendas de alimentos para arrecadar fundos em lire turco, dólares ou de ouro. O dinheiro seria então transferido na forma de parcelas alimentares para os membros da organização.

Em uma operação paralela realizada em 15 províncias com sede em Istambul, as autoridades realizaram 51 prisões em um total de 63 mandatos emitidos no contexto de uma investigação sobre a estrutura atual da organização. De acordo com o promotor de Istambul, o FETO continuou suas atividades no setor educacional e tentou fortalecer a coesão interna por meio de reuniões periódicas, colecionaram fundos e combinaram casamentos. As atividades teriam sido realizadas através de videoconferências ou reuniões em locais pré -estabelecidos. Durante as pesquisas, eles receberam dinheiro em moeda local e estrangeira, material digital e publicações atribuíveis ao líder da organização. Cinco das suspeitas se afastaram ilegalmente do país. Finalmente, o promotor de Ancara ordenou 14 prisões como parte de uma investigação sobre supostas irregularidades em competições de admissão na Faculdade de Ciências de Segurança nos anos de 2010 e 2011. Segundo os investigadores, os membros do feto teriam posse das perguntas antes de realizar os testes, favorecendo seus afiliados.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.