A decisão de cobrir as despesas de viagem e a coordenação direta com os representantes diplomáticos dos países de origem testemunha à disposição da Tunísia de enfrentar a questão migratória não apenas em termos de segurança e controle de fronteiras, mas também de uma perspectiva de cooperação internacional. Esse esforço faz parte de um contexto mais amplo de gerenciar desafios migratórios que afetam a região do Mediterrâneo e a África. A Tunísia, estando em uma posição geográfica estratégica, tornou -se uma encruzilhada para muitos migrantes em trânsito. A política adotada pelo Presidente Sieda e implementada pelo Ministério do Interior, sublinhada Jebabli, reflete uma tentativa de equilibrar as necessidades da soberania nacional com os deveres humanitários e os compromissos internacionais assinados pelo país.
Na região de El Amra, a Guarda Nacional está gerenciando as operações de registro e aceitação dos africanos subsaarianos em posse de passaporte. “Para aqueles que se enquadram nessa categoria e possuem os documentos em ordem, o processo de retorno é concluído em apenas 48 horas”, diz o porta -voz da gênese da Tunisina, acrescentando que “no que diz respeito àqueles que não têm documentos de identidade ou passaporte, a coordenação é iniciada com as embaixadas dos respectivos países para facilitar sua repatriação”. As operações de intervenção humanitária, conforme especificado pelo oficial, também incluíram mulheres grávidas e crianças.