Falando na abertura da segunda reunião do Grupo de Trabalho Intergovernamental sobre o Acordo Pandêmico, o gerente geral sublinhou a urgência para concluir as negociações.
A próxima pandemia não é uma questão de se, mas quando. É o alarme lançado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pedindo aos Estados que tomem a iniciativa. Falando na abertura da segunda reunião do Grupo de Trabalho Intergovernamental sobre o Acordo Pandêmico, o gerente geral de quem sublinhou a urgência para concluir as negociações.
“É do interesse de todos os países que esse processo não sofra atrasos adicionais”, disse Tedros, pedindo aos países que finalizem urgentemente o Tratado Internacional sobre Pandemia. O acordo histórico, adotado em 20 de maio, após mais de três anos de intensas negociações, permanece incompleto, pois exige a ratificação de pelo menos 60 países e, acima de tudo, a adoção de um apego crucial sobre o compartilhamento de patógenos e os benefícios que derivam. As entrevistas ainda são incertas sobre questões particularmente delicadas, incluindo vigilância pandêmica, compartilhamento de dados sobre patógenos emergentes e acesso justo a vacinas, testes e tratamentos. As mudanças nos regulamentos internacionais de saúde entrarão em vigor na próxima sexta -feira, 19 de setembro, enquanto os preparativos já estão em andamento para a reunião de alto nível das Nações Unidas sobre a prevenção de pandemias. “Sem o anexo, o acordo sobre as pandemias não estará completo”, insistiu no gerente geral, pedindo “a conclusão do trabalho começou” diante de uma ameaça pandêmica que considera certa.