A notícia é ontem que, após um acidente de carro, foram feridos. Quantos deles viajaram com o cinto de segurança amarrado? Viajar em ônibus de longa distância em Portugal deve ser sinônimo de maior segurança e consciência. A Guarda Nacional Republicana (GNR) e Flixbus de fato iniciaram uma campanha de conscientização e controle conjunta para incentivar o uso de cintos de segurança nos ônibus. Um gesto simples, mas muitas vezes esquecido.
A iniciativa, que inclui ações de informação e verificações a bordo das viagens de norte a sul do país ao longo da semana. Ele pretende lembrar a todos os passageiros que são, antes de tudo, um gesto essencial para a segurança de alguém. “A intenção é aumentar a conscientização do público sobre a importância e o uso obrigatório de cintos de segurança”, disse o porta -voz da Flixbus, sublinhando que “esse simples gesto é essencial para a segurança dos passageiros”.
Além dos cheques a bordo, a campanha inclui iniciativas de conscientização nos terminais principais de ônibus do país e uma intensificação da comunicação digital, para alcançar um público mais amplo com a mensagem de que “as melhores viagens começam com um clique”. Este é o lema da campanha da informação.
Não segure os cintos no ônibus, pode custar caro
Mas há também um aspecto sancionador a não ser subestimado. O GNR lembra que, exatamente como acontece para veículos particulares, Não use o cinto de segurança em ônibus de longa distância é uma violação do código da rodovia, sujeito a uma multa mínima de 120 euros.
Tiago Cavaco Alves, diretor das operações de Flixbus em Portugalcomentou: “Embora o uso de cintos de segurança seja obrigatório, nem sempre é uma prática comum entre os passageiros. Em vez disso, deve ser automático, como em veículos particulares. O GNR desempenha um papel essencial na promoção da segurança rodoviária em Portugal, não apenas através da aplicação da lei, mas também da educação e da prevenção. Estamos muito felizes com essa colaboração”.
A campanha de comunicação, alegre e próxima dos hábitos dos viajantes, associa o gesto de combinar o cinto (o “clique”) a outros comportamentos usuais durante uma viagem. Por exemplo, usar fones de ouvido ou sistematizar a mochila, para integrá -lo naturalmente à rotina dos que viajam.
Uma mensagem clara, portanto, das instituições e da empresa de transporte: viajar com o cinto amarrado é mais do que uma obrigação legal. É uma atitude responsável que protege a si e a outros. Um “clique” que faz a diferença. De fato, a maioria dos novos ônibus equipados com cintos também possui um adesivo colocado na frente ou acima de todos os lugares para sentar, e isso para a lei é suficiente para alertar o passageiro que precisa segurar o cinto.
Leia mais artigos relacionados ao Lievo Algarve: