De acordo com o Secretário Geral, para manter uma dissuasão e defesa credíveis, a organização precisa de “um aumento de 400 % da defesa aérea e míssil”
O Reino Unido contribuiu “por mais de sete décadas” para a defesa da OTAN e, com sua revisão estratégica, dará mais forças à aliança. Isso foi afirmado pelo secretário -geral da OTAN, Mark Ruttefalando em Londres durante um evento organizado por Chatham House. O funcionário holandês destacou como o plano de investimento preparado em vista do topo nascido no final de junho é “baseado em fatos concretos”, porque “precisamos de um salto qualitativo em nossa defesa coletiva”.
“O fato é que devemos ter mais força e habilidades para implementar completamente nossos planos de defesa. O fato é que o perigo não desaparecerá mesmo quando a guerra na Ucrânia terminará”, acrescentou Rutte. De acordo com o Secretário Geral, para manter uma dissuasão e defesa credíveis, a OTAN precisa de “um aumento de 400 % da defesa aérea e de mísseis”. “As ilusões não nos manterão seguras. Não podemos ignorar o perigo com um sonho. A esperança não é uma estratégia. Portanto, a OTAN deve se tornar uma aliança mais forte, mais eqüitativa e mais letal”, concluiu Rutte.