As medidas incluem restrições de viagens, congelamento de bens e proibição de disponibilização de fundos
O Conselho da União Europeia decidiu prorrogar por mais seis meses, até 15 de setembro de 2026, as medidas restritivas contra pessoas e entidades consideradas responsáveis por minar ou ameaçar a integridade territorial, a soberania e a independência da Ucrânia.
As sanções individuais continuarão a ser aplicadas a aproximadamente 2.600 indivíduos e entidades afetadas em resposta à agressão militar russa contra Kiev. As medidas incluem restrições de viagens, congelamento de bens e proibição de disponibilizar fundos ou outros recursos económicos aos incluídos na lista. Como parte da revisão, o Conselho também decidiu não renovar a listagem de duas pessoas e remover cinco pessoas falecidas da lista. A UE recordou que alargou enormemente o regime de sanções após 24 de fevereiro de 2022 com o objetivo de enfraquecer a base económica da Rússia, privando-a de tecnologias e mercados cruciais e limitando a sua capacidade de travar a guerra. Bruxelas também reiterou o seu “apoio contínuo e inabalável” à independência, soberania e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. Finalmente, a União Europeia disse estar determinada a “manter e intensificar a pressão sobre a Rússia” para acabar com a guerra e empenhar-se em “negociações significativas para a paz”.