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Rússia e Ucrânia começam a troca de prisioneiros: entre os soldados feridos repatriados ou com menos de 25 anos

“De acordo com os acordos entre os dois países alcançados em 2 de junho em Istambul”

De acordo com a sede da coordenação para o tratamento de prisioneiros de guerra, entre os lançamentos, existem oficiais simples e não comissionados pertencentes à marinha, forças terrestres, defesa territorial, aeronáutica, tropas de Aviotratsportati, guarda de fronteira, guarda nacional e serviço de transporte estatal especial. Por razões de segurança, a principal direção da inteligência do Ministério da Defesa divulgou que o número final de questões será anunciado no final de todo o processo de troca.

Algumas horas atrás, “a troca do primeiro grupo de prisioneiros de guerra entre a Rússia e a Ucrânia foi realizada”, informou o Ministério da Defesa de Moscou. “De acordo com os acordos alcançados em 2 de junho em Istambul, o primeiro grupo de soldados russos com menos de 25 anos foi repatriado pelo território controlado pelo regime de Kiev”, lê a nota. O Dicastery especificou que o mesmo número de prisioneiros de guerra das forças armadas ucranianas foi entregue em troca.

A troca dos soldados caídos

Sobre a questão da troca de órgãos militares caíram com a Ucrânia, a Federação Russa divulgou que “ela não atrairá organizações internacionais. Não, ainda não se fala porque houve um acordo em nível bilateral”, disse o porta -voz do Kremlin Dmitrij Peskov Falando a jornalistas.

A Rússia sempre respeita os acordos “, o que não acontece com a Ucrânia”, disse Peskov quando foi convidado a comentar a decisão do regime de Kiev de adiar a troca de corpos de militares caídos e prisioneiros de guerra “permanente”. A ofensiva das forças armadas russas na região de Dnipropetrovsk, na Ucrânia, é, entre outras coisas, “um esforço para criar uma área de buffer”, continuou o porta -voz do Kremlin. Anteriormente, o Ministério da Defesa de Moscou relatou que as unidades do agrupamento central das forças armadas russas haviam atingido a fronteira oeste da região de Donetsk e continuando a desenvolver a ofensiva no território da região de Dnipropetrovsk.

A implantação russa de mísseis em resposta às ações da OTAN

“A Federação Russa manterá a liberdade de ação em relação à implantação de mísseis de raio intermediário e curto em resposta às ações da OTAN”, continuou Peskov. “De uma maneira ou de outra, a Rússia terá que responder a essas ações expansionistas e agressivas dos Estados membros da OTAN e da OTAN, novos membros da OTAN, bem conhecidos por nós, que estão perto de nossas fronteiras”, disse Peskov aos jornalistas.

Para Moscou, “a OTAN não é uma ferramenta para manter a estabilidade e a segurança no continente. É uma ferramenta criada para comparação e até agora manteve sua essência velada, mas agora está mostrando sua verdadeira essência”, acrescentou Peskov.

Falando da Hungria, o porta -voz do Cremlin esclareceu que existem “divergências, mas a disposição mútua de discuti -las na tabela de negociação permite resolver os problemas com mais eficiência. Temos muitos desacordos, mas, no entanto, a disponibilidade mútua para discutir os problemas mais agudos e contraditórios na tabela de negociação permite resolvê -los”.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.