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“Político”: o peso do dossiê de migrantes no próximo orçamento do Year -Year

Entre os casos simbólicos mencionados pelo portal, há a Líbia, um país beneficiário desde 2014 de aproximadamente 150 milhões de euros na ajuda da UE, bem como 465 milhões destinados ao controle de fluxos migratórios e à assistência a refugiados

A Comissão Europeia está se preparando para apresentar a proposta para a nova estrutura financeira de vários anos em 16 de julho, o orçamento da União da União. De acordo com os avanços e rumores publicados pela edição européia do portal “político”, um dos pilares da nova fábrica será uma maior condicionalidade no fornecimento de fundos europeus, com particular atenção às políticas migratórias e respeito ao Estado de Direito. O documento preparatório da Comissão, visto pelo portal, estabelece que os países africanos terão que se comprometer a conter fluxos migratórios à UE para continuar recebendo o auxílio de Bruxelas. O texto diz: “É necessária uma maior consistência entre migração, asilo e políticas externas, para garantir que a assistência externa do sindicato ajude os países parceiros a gerenciar melhor os movimentos migratórios”. De acordo com o “político”, esse ponto de virada reflete uma abordagem transacional crescente das políticas européias, com o objetivo de neutralizar o avanço do direito na Europa e críticas contrastantes ao orçamento europeu, acusado de ser generoso demais com governos que não respeitam as regras democráticas. O Comissário de Democracia, Justiça, Estado de Direito e Proteção ao Consumidor, Michael McGrathdisse que, no próximo acesso ao orçamento, os fundos da UE devem estar sujeitos ao total respeito pelo estado de direito, com referências implícitas a países como Hungria, Eslováquia e, potencialmente, da Polônia.

Entre os casos simbólicos mencionados pelo “político”, existe a Líbia, um país beneficiário desde 2014, de cerca de 150 milhões de euros na ajuda da UE, além de mais 465 milhões destinados ao controle de fluxos migratórios e assistência aos refugiados. Dados que assumem uma importância ainda maior depois de ontem o Comissário Europeu de Migração, Magnus Brunnerfoi expulso de Benghazi por supostas violações do protocolo diplomático, durante uma missão conjunta com os ministros do interior da Itália e Malta, Matteo plantou E Byron Camillerie o ministro das migrações gregas, Obrigado Plevris. O acidente ocorreu após a recusa européia de conhecer outros funcionários do governo oriental, fora do líder militar do exército da Líbia autoproclatada, o general Khalifa Haftar. De acordo com fontes diplomáticas européias mencionadas pelo “político”, Haftar teria reagido com raiva à decisão da delegação de visitar o governo reconhecido pela ONU primeiro. O episódio pode levar a uma revisão geral da estratégia da UE na Líbia, empurrando alguns países membros – como a Grécia, que relata um aumento nas chegadas de migrantes por mar – para considerar acordos bilaterais fora da estrutura da comunidade. O debate sobre o novo orçamento, portanto, promete ser iluminado também na frente interna. De fato, as novas condições estabelecidas pela Comissão correm o risco de irritar os grupos progressistas do Parlamento Europeu, já críticos do presidente Ursula von der Leyen para as concessões feitas à direita no dossiê -chave, como o clima.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.