Por que é importante falar sobre isso
Com a idade, a pele muda: torna-se mais fina, menos elástica e mais vulnerável aos agentes externos, principalmente aos raios ultravioleta (UV). Além disso, muitas pessoas com mais de 65 anos viveram décadas em que a cultura da protecção solar esteve praticamente ausente.
“A pele tem memória.
Lembre-se do sol, da geada, das carícias e das feridas.”Margarete Mazzantini, Veio ao mundo
O resultado? Sinais de exposição passada podem surgir hoje na forma de manchas, queratoses (espessamento localizado da pele) ou mesmo tumores de pele. Expor-se ao sol não é proibido, pelo contrário: pode trazer benefícios ao humor e estimular a produção de vitamina D. Mas fazê-lo da maneira correta é essencial para prevenir danos à pele e o envelhecimento precoce.
O que fazer na prática para se proteger do sol
Conselho médico: proteja-se sem abrir mão do sol
A prevenção dos cancros da pele – nomeadamente do carcinoma basocelular, do carcinoma espinocelular e do melanoma – assenta em duas ações fundamentais: proteger-se diariamente do sol e verificar regularmente a sua pele.
Lá vitamina D continua a ser um elemento chave para a saúde óssea e o sistema imunológico. Para sintetizá-lo naturalmente, bastam 15 a 20 minutos diários de exposição indireta, com o rosto e as mãos descobertos ao ar livre.
Então sim, o sol é bom para você – mas apenas se você souber como dosá-lo. Não devemos “fugir” do sol, mas aprender a conviver com ele com respeito e inteligência.