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Oriente Médio: os EUA reduzem a equipe diplomática no contexto de uma revisão de segurança regional

A medida foi organizada à luz dos riscos ligados a “distúrbios regionais”

A Embaixada dos Estados Unidos em Bagdá confirmou a redução de sua equipe diplomática no Iraque, como parte de uma revisão regional mais ampla das medidas de segurança adotadas por Washington. Isso foi afirmado por um porta -voz da representação diplomática dos EUA à agência iraquiana “Shafaq News”, sublinhando que a decisão é motivada por “razões de precaução para garantir a segurança dos americanos onde quer que estejam”. “O presidente Trump está comprometido em garantir a segurança dos cidadãos dos EUA, dentro e fora do país. De acordo com esse compromisso, estamos constantemente avaliando a configuração de nossa equipe em todas as embaixadas”, disse o porta -voz. “Com base em nossa avaliação mais recente, decidimos reduzir a presença de nossa missão diplomática no Iraque”.

Fontes diplomáticas dos EUA, citadas pela “ABC News”, informou que o Departamento de Estado está se preparando para ordenar a saída de toda a equipe não essencial da embaixada de Bagdá, tendo em vista de possíveis distúrbios regionais. No entanto, como a sede já opera com a equipe reduzida, o impacto numérico desta disposição será limitado. De acordo com a mesma fonte, a autorização para partir também foi concedida a funcionários não essenciais e às famílias das embaixadas dos EUA em Bahrein e Kuwait, oferecendo -lhes a opção de deixar o país temporariamente. De acordo com um funcionário iraquiano citado por “Shafaq News”, essas medidas não apenas dizem respeito ao Iraque, mas se encaixam em um plano mais amplo que envolve diferentes escritórios diplomáticos dos EUA no Oriente Médio. “Todas as avaliações de segurança interna indicam uma situação de estabilidade e nenhuma ameaça direta foi registrada”, explicou. “Todas as missões diplomáticas presentes no país operam com total liberdade e segurança, não apenas em Bagdá”.

A decisão de Washington vem contra os antecedentes das tensões crescentes entre o Irã e os Estados Unidos. Em uma declaração recente relatada pelo funcionário iraniano “Agência do Irã”, o ministro da Defesa Irã, Aziz Nasirzadeh, alertou que qualquer confronto com Teerã implicaria “perdas muito mais sérias” para os Estados Unidos, que seriam forçados a “deixar a região”. “Se as negociações nucleares não levarem a resultados e o confronto se tornar inevitável, os Estados Unidos sofrerão maiores perdas e serão forçados a se aposentar”, disse Nasirzadeh. Iran and the US conducted five negotiation cycles mediated by Oman since last April, in an attempt to relaunch an alternative agreement to the nuclear one signed in 2015 and unilaterally abandoned by Donald Trump in 2018. In the meantime, an important vote is expected to the Council of Governors of the International Agency for Atomic Energy (AIEA), which could approve a conviction against Iran, thus opening up to the possibility of the restore international sanctions through the mechanism provided for pelo próprio acordo nuclear, ainda formalmente em vigor até outubro.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.