“Nossa competitividade está ameaçada e corremos o risco de ficar para trás”, disse o premier dinamarquês
O inimigo principal da Europa “é a Rússia”. O premier dinamarquês disse isso Coloca Frederiksen, Em uma entrevista ao jornal “Financial Times”, alertando que o aumento dos custos de defesa anti-drones e o cibernético não será suficiente. “A guerra híbrida serve para ameaçar, dividir, desestabilizar: um dia drones, no dia seguinte aos ataques cibernéticos e depois sabotações. Não terminará apenas com o fortalecimento das habilidades”, explicou o primeiro ministro.
“Devemos olhar para a guerra na Ucrânia, não de uma perspectiva dos Estados -Membros individuais, mas da União Européia”, tem Frederiksen na cúpula informal do Conselho Europeu em Copenhague. O primeiro -ministro observou como testemunhar a “guerra híbrida russa”, com ameaças relativas a diferentes países de uma maneira diferente, mas isso deve ser enfrentado juntos pela UE.
Para o premier dinamarquês, a missão de dar forma a uma União Europeia que pode competir globalmente e se defender é “prioridade”. “Nossa competitividade está ameaçada e corremos o risco de ficar para trás”, observou Coldiksen. No nível de segurança “somos confrontados com os maiores desafios desde o final da Segunda Guerra Mundial”, observou o primeiro ministro, esperando que as reuniões de Copenhague nos dias de hoje tenham a oportunidade de discutir “segurança, defesa, dissuasão, também de drones e imigração”. O de usar ativos russos congelados para a Ucrânia “é uma boa idéia”, mas alguns pontos serão explorados em termos de nível legal, concluiu ele.