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O governo Trump está pronto para cortar os restantes fundos federais para Harvard

Desde o mês passado, cerca de 3,2 bilhões de dólares foram congelados em subsídios e contratos com a maior prestigiada Universidade dos Estados Unidos

O governo Trump está pronto para cancelar os contratos federais restantes com a Universidade de Harvard, por um valor estimado de US $ 100 milhões. É isso que é aprendido de uma carta enviada às agências federais dos EUA hoje, que também responsável pelas agências para “encontrar fornecedores alternativos” para serviços futuros. Os cortes planejados, descritos em um rascunho da carta obtida pelo “New York Times”, representam o último exemplo da determinação do governo Trump em cortar qualquer financiamento federal a Harvard. Desde o mês passado, o governo Trump de fato congelou cerca de 3,2 bilhões de dólares em subsídios e contratos com a universidade de maior prestígio nos Estados Unidos. De acordo com um funcionário do governo que falou sob condição de manter o anonimato, a última carta é esperada – datada hoje, 27 de maio, e proveniente da Administração de Serviços Gerais (GSA) dos Estados Unidos – será entregue às agências federais durante o dia. A carta, em particular, íntima às agências federais de responder até 6 de junho com uma lista de desprezo contratuais.

Todos os contratos para serviços considerados críticos não serão cancelados imediatamente, mas transferidos para outros fornecedores, de acordo com a carta, assinada por Josh GruenbaumComissário do Serviço Federal de Aquisição da GSA, responsável pela oferta de bens e serviços governamentais. De acordo com o funcionário do governo, contratos com cerca de nove agências estão interessados, incluindo um dos 49.858 dólares com o Instituto Nacional de Saúde para investigar os efeitos do consumo de café e um contrato de 25.800 dólares com o Departamento de Segurança Nacional para a formação de gerentes seniores. Alguns dos contratos de Harvard em questão já podem ter sido objeto de ordens de “suspensão das obras”. “No futuro, também convidamos sua agência a procurar fornecedores alternativos para serviços futuros para os quais Harvard já havia levado em consideração”, diz a carta. O governo Trump definiu suas ações contra Harvard como uma luta pelos direitos civis, acusando a Universidade de “preconceitos progressistas”, de continuar usando “considerações raciais” em suas políticas de admissão, apesar da proibição da Suprema Corte e permitir comportamentos “anti -semíticos” no campus.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.