“O gás de Moçambique não é apenas para Moçambique, é para o mundo”, disse o presidente do país africano
A construção do projeto de gás natural de Liquefafto (GNL) da Totalenlesgies em Moçambique deve retomar até setembro, com o início da produção esperada entre 2029 e 2030. O presidente do país africano disse em entrevista ao jornal “nikkei”, Daniel Chapo. O plano de 20 bilhões de dólares, que também envolve a Mitsui & Co., foi suspenso em 2021 após um ataque de militantes islâmicos.
As totalergias pediram garantias de segurança, agora na fase de consolidação, graças ao apoio dos países ocidentais e vizinhos. O projeto, considerado estratégico para a segurança energética asiática, pode cobrir até um quinto das necessidades anuais do Japão, com suprimentos em Jera, Tóquio Gas e CPC de Taiwan. Tóquio apóia a iniciativa com empréstimos e investimentos por meio de agências governamentais. Até 2030, a produção moçambicana poderia exceder 30 milhões de toneladas por ano, tornando o país o quarto exportador mundial após os Estados Unidos, Austrália e Catar. “O gás de Moçambique não é apenas para Moçambique, é para o mundo”, disse Chapo.