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Meloni: A Itália não irá à guerra, vamos fortalecer a presença no Golfo para proteger os italianos

“Não há neste momento nenhum alarme particular relativamente à segurança interna, mas estamos certamente muito mobilizados para efeitos de prevenção”

“Confirmo o que disse, a Itália não faz parte do conflito, não pretende fazer parte do conflito, limitamo-nos a reforçar a nossa presença nos países do Golfo que foram atacados pelo Irão com mísseis, com drones, mas apenas para fins defensivos”, disse o primeiro-ministroGiorgia Meloni, em “Fuori dal coro” transmitido pela Rete4.

É “uma decisão que surge da necessidade que temos de proteger as dezenas de milhares de italianos que estão presentes na zona, bem como os nossos contingentes militares. Temos cerca de 2.000 soldados destacados naquela região”, explicou e depois reconheceu: “São também nações com as quais certamente temos excelentes relações, mas que também são vitais para os nossos interesses energéticos.

Segundo o primeiro-ministro, “não há alarmes particulares” relativamente à segurança interna “neste momento” em consequência do conflito no Irão, “mas estamos certamente muito mobilizados para efeitos de prevenção”. “Sim, o Comité Antiterrorismo e o Comité Nacional de Defesa e Segurança estão praticamente convocados para o amargo fim”, especificou MEloni.

Em consequência do conflito no Irão, evitar que a especulação faça explodir os preços “é outra das nossas prioridades. A Autoridade Energética ativou uma task force, acredito que amanhã teremos os primeiros relatórios para monitorizar o preço da energia, especialmente o do gás”, esclareceu o primeiro-ministro. “O ministro Urso pôs a funcionar o que chamamos de ‘Mister Prices’, ou seja, o sistema de monitorização que é ativado para verificar se não há aumentos injustificados de preços, nomeadamente da gasolina e dos alimentos”, concluiu.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.