“Os delegados da Líbia não sabiam nada e não imaginaram essas notícias”
A ratificação do acordo internacional, pela mesma admissão de Scurria, “é um assunto muito sério”. É também para a opinião pública líbia. Especificamente, é feita referência ao caso agora bem conhecido dos jogadores da Líbia parado em 2015 – Alaa Faraj em Maghribido clube Ahly Bengazi, Abdel-Rahman Abdel-Monsef e Tariq Jumaa Laamami (Filho de um alto oficial da LNA, do Tahadi Club de Benghazi) e do jogador Mohamed Essid de Trípoli – condenado na Itália com uma frase final confirmada pela cassessismo para o tráfego de seres humanos. Já em setembro de 2020, o general Haftar havia reivindicado uma possível troca de jogadores de futebol da Líbia pela libertação dos 18 pescadores de Mazara del Vallo apreendidos em Benghazi e depois libertados após 108 dias de cativeiro.
Recentemente, a mãe de Alaa Faraj foi para a Itália para uma entrevista com seu filho, realizada por mais de dez anos na prisão de Ucciardone, em Palermo. Os cidadãos da Líbia acusados do massacre de meio -agosto, que no verão de 2015 levaram à morte de 49 pessoas em uma deriva de Barbino no Mediterrâneo deixado pela Líbia, sempre se declararam inocentes. “Não tínhamos notado nada. Sendo líbios, eles nos trataram em relação, privilegiados no barco”, ele relatou durante o processo de apelação a Catania Abdel-Monsef. A história assume relevância particular para a Líbia, onde os eventos judiciais dos “meninos de Benghazi”, tão chamados, encheram as primeiras páginas dos jornais.