Uma investigação conduzida pela CyberSicity SecurityCorecard Company, relançada pelo local especializado “GBHackers”, denuncia uma vasta operação de computador coordenada por uma rede de hackers ligada ao corpo dos guardas da Revolução Islâmica Iraniana (o Pasdaran). A atividade, explica os analistas da greve (analistas de reconhecimento de ameaças, inteligência, conhecimento e engajamento), envolvidos pelo menos 178 grupos ativos, para um total de mais de 250 mil mensagens trocadas entre os membros. O objetivo seria afetar setores estratégicos, como bancos, instituições públicas e médias, através de técnicas digitais cada vez mais integradas à dinâmica dos conflitos armados no terreno.
A análise divide os atores em três categorias: ativistas digitais simples ideologicamente próximos a Pasdaran, mas sem títulos diretos; grupos estruturados e atribuíveis aos guardiões da revolução islâmica; E, finalmente, unidades estatais reais, como o grupo conhecido como gatinho imperial, também conhecido como Tortoisshell ou LIDERC amarelo. Este último teria se diferenciado pela capacidade de mudar rapidamente suas táticas, usando mensagens falsas relacionadas à guerra atual para induzir as vítimas a abrir anexos infectados e instalar malware em seus dispositivos. Segundo o relatório, algumas campanhas foram planejadas com antecedência e sincronizadas com ataques militares ao campo, como ataques aéreos ou ofensivos terrestres. Isso sugere, segundo especialistas, um alto nível de integração entre as operações cibernéticas e as estratégias militares do Pasdaran.