O texto foi aprovado ontem à noite com 13 votos a favor e zero contra, com a abstenção dos membros permanentes China e Rússia
O Conselho de Segurança das Nações Unidas apelou ao fim dos ataques transfronteiriços e marítimos do movimento pró-iraniano Houthi do Iémen, instando os Estados-membros a intensificarem os esforços para implementar um embargo de armas contra eles.
Numa resolução que renova as sanções contra o grupo, o Conselho de Segurança condenou os ataques e apelou ao fim de todas essas ações, “incluindo aquelas contra infraestruturas e alvos civis”.
O texto foi aprovado ontem à noite com 13 votos a favor e zero contra, com a abstenção dos membros permanentes China e Rússia. As sanções específicas foram prorrogadas até 14 de novembro de 2026, incluindo o congelamento de bens e a proibição de viagens atualmente em vigor contra cerca de dez pessoas, a maioria das quais são altos funcionários Houthi.
O texto afirma que as sanções podem agora visar aqueles que lançam ataques transfronteiriços a partir do território iemenita utilizando tecnologia de mísseis balísticos e de cruzeiro, bem como ataques contra navios mercantes no Mar Vermelho ou no Golfo de Aden. Os Estados-Membros foram convidados a “intensificar os esforços para combater o contrabando de armas e componentes por terra e mar, a fim de garantir a implementação do embargo de armas específico”.