Isso foi relatado por fontes egípcias e palestinas bem informadas do jornal Panarabo, de propriedade da Arábia Saudita, com sede em Londres “Asharq no Awsat”, enfatizando que as negociações estão próximas a um prazo
As negociações em andamento em Doha entre os Estados Unidos, Israel, Egito, Catar e Hamas correm o risco de naufragado devido à insistência israelense em manter o controle sobre o eixo Morag e no “corredor da Filadélfia”, ao longo da fronteira entre a faixa de Gaza e o Egito. Isso foi relatado por fontes egípcias e palestinas bem informadas do jornal Panarabo, de propriedade da Arábia Saudita, com sede em Londres, “Asharq Al Awsat”, enfatizando que as negociações estão próximas de um prazo. Segundo as fontes, o nó crucial continua sendo a recusa egípcia em qualquer re -ocupação israelense das áreas estratégicas na fronteira, considerada pelo Cairo uma ameaça direta à segurança nacional. Uma fonte do governo egípcio reiterou que “o fato de realizar com planos prelúdio ao deslocamento forçado dos palestinos não pode ser imposto”, referindo -se em particular ao possível agrupamento da população em Rafah.
Paralelamente, as mesmas fontes falam de “intransigência israelense” e “lacunas” nas entrevistas, enquanto a pressão do Cairo emerge por um maior envolvimento internacional e europeu no processo de negociação. Nesse contexto, o jornal israelense “Yediodeth Ahronath” confirmou que o ponto principal da disputa diz respeito ao plano de Israel de manter o controle sobre o eixo de Morag, definido pelo primeiro -ministro Benjamin Netanyahu, um “Segunda Filadélfia”, com o objetivo de separar a Rafah do resto da faixa. Uma fonte palestina disse que, além da questão do corredor, o nó do retiro israelense de Gaza e a reativação do papel das instituições internacionais para a distribuição da ajuda humanitária ainda precisam ser resolvidas. “Precisamos de uma pressão real de Washington, não apenas declarações”, disse a fonte.