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EUA, vice -presidente Vance: “Groenlândia decidirá se juntar a nós, o uso da força não é necessário”

“Nossa mensagem para a Dinamarca é simples. Você não fez um bom trabalho para a população”

Os Estados Unidos não têm intenção de levar a Groenlândia com força, mas é provável que a região, por sua segurança, decida independentemente de se alimentar a Washington. O vice -presidente dos Estados Unidos disse isso, James David Vancea partir desta tarde, visitando a base espacial Pituffikik. “O que acreditamos que isso acontecerá é que a população da Groenlândia se encontrará escolhendo, através de mecanismos de auto -determinação, para se tornar independente da Dinamarca. E a partir desse momento iniciaremos um diálogo com a população”, disse Vance. “Não achamos que o uso da força militar será necessário”, ele especificou. “Se o povo da Groenlândia estivesse disposto a colaborar com os Estados Unidos, e acho que eles acabarão colaborando com os Estados Unidos, poderíamos torná -los muito mais seguros”, disse o vice -presidente que já havia criticado Copenhague por não ter “suficientemente” para garantir a segurança do território.

O vice -presidente americano criticou a Dinamarca por não ter feito o máximo possível para garantir a segurança na Groenlândia. “Nossa mensagem para a Dinamarca é simples. Você não fez um bom trabalho para a população da Groenlândia. Sobre isso, a política do (presidente Donald) Trump está centrado”, disse Vance segundo o qual a situação de segurança em torno da base espacial Pituffikk, onde ele está visitando esta tarde, é pior “por 30, 40 anos atrás”. A Rússia e a China “aumentaram cada vez mais seu interesse na Groenlândia e alguns de nossos aliados não sabiam como acompanhar”, acrescentou o vice -presidente, referindo -se às escolhas dos países europeus.

Ao abordar as forças armadas da base espacial, Vance reiterou o interesse do presidente Trump “à segurança do Ártico” e como isso “aumentará nos próximos anos”.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.