Escondidos entre as colinas luxuriantes perto de Coimbra, Quinte do Zorro é muito mais do que uma fazenda simples: é um refúgio ocupado salvando as raças de animais portugueses nativos ameaçados pela extinção. Aqui, em terras íngremes que falam de histórias de tradição e desafiam, Paulo e Elisabe Serra se dedicam com paixão para proteger uma herança viva que corre o risco de se perder: cabras “serpentinas” (Cabras Serpentinas), Porquinhos pezzati de Alcobaça (Porco Malhado de Alcobaça) e rara variedade de galinhas coloridas, como os galos lusitanos (Galinhas Amarela, Pedrês, Preta Lusitânica E filial).
Uma descoberta ditada pelo caso
A aventura do casal começou quase uma piada, quando eles decidiram recuperar as terras familiares perto da fronteira entre Coimbra E Pena. O interesse ocorreu inesperadamente, ao perguntar em que as principais corridas locais estavam. Paulo e Elisabe descobriram que muitos desses animais estavam desaparecendo, sacrificados em nome de uma produção intensiva. Naquele momento eles decidiram mudar o estratégia negócios.
Uma luta feita de sacrifícios e dedicação
Converter um sonho, na verdade, no entanto, não foi fácil. Quinte do Zorro Ele luta com um terreno de desafios diários. Paulo Serra, que inicialmente combinou o trabalho do vendedor de cozinhas com a administração da fazenda, mergulhou completamente no projeto quando a pandemia atingiu a vida de cada um de nós. Apesar das dificuldades, ele considera essa escolha a mais nobre de sua vida, mesmo que ele admita que enfrentar uma criação orientada para o bem -estar animal é complexa e cheia de “portas fechadas”.
Cada animal que chega a Fattoria vive nas melhores condições possíveis, tratado com dignidade e amor. “Devemos preservar essas raças como se fossem monumentos genéticos”, diz Paulo com orgulho, sublinhando que não são apenas números, mas de valores e identidades culturais.

A dura batalha contra as adversidades
Não havia falta de obstáculos ao longo do caminho. Em 2024, a fazenda passou por uma perda devastadora: quase 200 galinhas eram vítimas de predadores atraídos pelas aldeias dos incêndios da área. Mas Paulo e Elisabe não se renderam. Eles adotaram novas medidas de segurança, além da presença de gansos e galinhas de Angola, guardiões de galinheiros reais, para proteger os animais dos perigos.
Aprimore as raças autóctones, um sonho sempre vivo
Apesar de tudo, o marketing continua sendo um problema. Embora os chefs de eventos gastronômicos tenham elogiado a singularidade das galinhas levantadas para Quinte do Zorro, a falta de matadouros locais torna sua distribuição impossível em larga escala. Esse obstáculo, combinado com os regulamentos rígidos projetados para a produção industrial, coloca uma pressão sobre a sustentabilidade de um projeto que se concentra na biodiversidade.
Harmonia com a natureza
A filosofia de Quinta do Zorro recusa compromete que alteram o equilíbrio natural. Os animais vivem livres, respeitando seus próprios ritmos: os porcos andam despreocupados, as cabras se alimentam de pastagens e as galinhas interrompem naturalmente a produção de ovos durante o inverno, sem recorrer a artifícios artificiais. Uma abordagem autêntica que requer fadiga, mas garante o máximo respeito à natureza.
Um monumento vivo que merece apoio
Segundo Paulo Serra, é necessário lidar com uma realidade que transcende a produtividade. “Não mantemos apenas animais, mas uma história viva”, ele sublinha com paixão. No entanto, ele reclama da falta de incentivos específicos para aqueles que investem em uma missão tão nobre quanto complexa.
Apesar das dificuldades que envolvem todos os dias, Quinte do Zorro continua sendo um pequeno paraíso de perseverança e amor. Entre as colinas verdes de Coimbra, esta fazenda didática, que salva animais da extinção, está aberta a visitas guiadas para crianças. Há também um operando tráfico de drogas Com produtos agrícolas reais, naturais e respeitosos das tradições locais.
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