Nicolas Maduro falou de uma vitória “de paz e estabilidade para toda a Venezuela”
O grande pólo patriótico (GPP), a coalizão de forças que apóiam o governo venezuelano de Nicolas Madurovenceu as eleições realizadas no domingo, obtendo uma grande maioria do parlamento e o guia de 23 dos 24 estados dos quais – segundo Caracas – a Federação é composta. Nas pesquisas, em uma redonda abandonada pelas principais forças das oposições, foi além de 42 % das pessoas do direito, dada a informação oficial divulgada pelo Conselho Eleitoral Nacional (CNE). Foi também a primeira votação organizada para eleger autoridade na Guiana Performa, a região sujeita a uma disputa internacional com a Guiana, que o governo de Maduro pretende tornar o estado da Federação 24. O GPP, de acordo com o que é lido no primeiro boletim da CNE, obteve 82,68 % dos consentimentos, seguiu com 6,25 % da Aliança Democrática (AN), uma coalizão à qual as forças da oposição pertencem cujos líderes foram, no entanto, amplamente nomeados pelo Phylog Overnition Authorities.
Maduro falou de uma vitória “de paz e estabilidade para toda a Venezuela”, resultado que “demonstra o poder” da tradição política inspirada no antigo presidente Hugo Chavez e para o herói da libertação, Simon Bolivar. As oposições falam de um fracasso das eleições, denunciando 85 % da abstenção das pesquisas. No parlamento, no entanto, também entra Henrique Capriles Radonski que, desencadeando -se da frente anti -governo, decidiu se apresentar ao voto para não deixar o campo totalmente livre para as forças do governo. Os governadores eleitos são todo o partido do governo do governo da Venezuela (PSUV), exceto Alberto Galindezum político que se acredita fazer parte de uma oposição não -hosttil ao executivo, que é confirmada no comando do Estado de Cojedes.