De acordo com um alto funcionário, a única opção realista é concluir todos os trabalhos técnicos com antecedência para “estar pronto para avançar rapidamente” após as eleições parlamentares húngaras de 2026, o que poderia marcar o fim do governo orbano
Atualmente, a União Europeia não possui ferramentas para superar o veto da Hungria ao abrir os membros negligenciados pela Ucrânia. Fontes européias o relataram à estação de rádio alemã “Deutsche Welle”, explicando que todas as decisões sobre o assunto devem ser tomadas por unanimidade pelos vinte e sete e que as discussões sobre uma possível transição para a votação pela maioria qualificada permanecem “apenas conversas”. De acordo com uma forma anônima citada pelo alto funcionário da UE, a única opção realista é concluir todos os trabalhos técnicos com antecedência, a fim de “estar pronto para avançar rapidamente” após as eleições parlamentares húngaras de abril de 2026, que poderiam marcar o fim do governo do governo do Viktor Orban. “Se não houvesse o veto de Orban, a abertura dos grupos teria ocorrido muito rapidamente”, explicou a fonte. O primeiro grupo de negociação com a Ucrânia permanece bloqueado, embora Kiev tenha cumprido as condições solicitadas pela Comissão.
Um segundo funcionário confirmou que os governos europeus e instituições comunitárias examinaram cenários legais para contornar o obstrucionismo de Budapeste, mas “nenhuma opção concreta surgiu”. A sessão final de triagem da legislação ucraniana em comparação com a aquisição da comunidade está agendada para 29 de setembro, mas a próxima fase permanece congelada. “No final, o aumento é uma decisão política, mesmo se continuarmos a reiterar que é um processo baseado em méritos”, concluiu a fonte.