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Coréia do Sul: Um novo mandato do proprietário é exigido pelo ex -presidente Yoon

Em 28 de junho passado, ele apareceu no promotor especial de Seul, mas se recusou a ser interrogado

Os promotores da Coréia do Sul solicitaram um novo mandado de prisão para o ex -presidente Yoon Suk Yeol. A mídia local relata, enfatizando que o ex -presidente já foi questionado duas vezes, o último dos quais durante uma sessão de nove horas. Yoon foi formalmente removido da posição em abril, depois de ser acusado e suspenso pelo Parlamento por sua tentativa de impor a lei marcial e subverter a ordem constitucional no país. O ex -chefe de estado compareceu ao tribunal sob acusação de insurreição e foi interrogado por um promotor especial que investiga a declaração da lei marcial.

Em 28 de junho, Yoon apareceu no promotor especial de Seul, mas se recusou a ser interrogado. Sua defesa, de fato, contesta a legitimidade dos interrogatórios, conduzida por um membro da polícia e pelos promotores especiais que investigam a breve imposição da lei marcial, em 3 de dezembro. A presença de um policial é objeto de disputa porque o funcionário lidou com a investigação antes de passar ao promotor especial. O de 28 de junho foi a primeira aparição do ex -presidente na frente de um órgão investigativo por cerca de cinco meses. Yoon já havia sido convocado em 5, 12 e 19 de junho, mas não se apresentou em nenhuma das três datas. Em 24 de junho, o promotor especial, liderado por Cho Eun-suk, apresentou um pedido ao Tribunal Distrital Central de Seul para solicitar a questão de um mandato de captura para prender o ex-presidente.

O promotor especial iniciou sua atividade após a aprovação, no início de junho, de um projeto de lei que impõe uma investigação independente sobre as acusações de insurreição mudadas para Yoon. A pesquisa deve ser concluída em 150 dias. A demissão do Presidente de Yoon Suk Yeol foi decidida pelo Tribunal Constitucional, com uma sentença inaparável, em 4 de abril, após o estado de acusação da Assembléia Nacional, o Parlamento Unicameral. O tribunal estabeleceu que Yoon violou seus deveres de proteção da Constituição e traiu a confiança do povo, proclamando a lei marcial na ausência de uma verdadeira situação nacional de crise. Yoon está em um julgamento criminal, ao Tribunal Distrital de Seul, para responder às acusações de insurreição e abuso de poder. A condenação pela insurreição prevê penalidades de prisão perpétua e pena de morte.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.