O compartimento está em crise para a diminuição das margens globalmente, causada por um excesso de capacidade de produção, especialmente na China
O governo da Coréia do Sul apresentará este mês um plano de renovação para o setor petroquímico, definido em uma situação “séria” pelo ministro da indústria Kim Jung-Kwan. Falando por ocasião de uma visita a um estaleiro, Kim convidou as empresas a dar um exemplo da reforma da construção naval no final dos anos de 2010, quando os ativos foram vendidos e racionalizaram as atividades, e pediram medidas voluntárias como a redução das plantas. O setor está em crise para a diminuição das margens globalmente, causada por um excesso de capacidade de produção, especialmente na China e por uma fraca demanda nos últimos três a quatro anos.
Na Coréia do Sul, a produção petroquímica funciona hoje cerca de 80 % da habilidade. Entre as empresas em dificuldade, há Yeochun NCC (YNCC), com empréstimos por cerca de 180 bilhões de vencidos expirando no final de agosto. Segundo analistas, as margens globais não retornarão a crescer antes de 2027. O PRESIDENTE Lee Jae-Myung Ele prometeu incentivos fiscais para fusões e aquisições e derrogações antitruste para incentivar a coordenação da produção. A última grande reforma do setor na Coréia remonta a 1999, durante a crise financeira asiática, quando nasceu a YNCC.