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China-Japan: protesto de Pequim pelo suposto apelo aos líderes estrangeiros para abandonar a desfile militar

O evento, programado para quarta -feira, 3 de setembro, celebrará a vitória chinesa na “guerra de resistência do povo contra a agressão japonesa” e o triunfo global contra o fascismo

A China apresentou um protesto formal ao Japão depois, segundo relatos, Tóquio teria pedido aos líderes estrangeiros que não participassem do desfile no próximo mês em Pequim, organizados para comemorar o 80º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial. De acordo com a agência de imprensa japonesa “Kyodo”, que cita fontes diplomáticas anônimas, as embaixadas japonesas teriam alertado que os eventos para o dia da vitória teriam tons anti-japoneses. O porta -voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakundisse hoje que Pequim pediu ao Japão que esclareça, exortando -o a enfrentar seu passado. “Qualquer país que honestamente enfrenta história, sinceramente aprenda com as lições do passado e se comprometa com um desenvolvimento pacífico não alimentaria dúvidas, nem levantaria objeções a essa questão”, disse Guo. O funcionário acrescentou que o Japão deveria refletir sobre sua história de agressão, cortar laços com o militarismo e respeitar os sentimentos das vítimas de vítimas, como a China, para ganhar a confiança dos vizinhos asiáticos e da comunidade internacional.

O desfile militar, programado para quarta -feira, 3 de setembro, celebrará a vitória da China na “guerra de resistência do povo contra a agressão japonesa” e o triunfo global contra o fascismo. O último desfile comemorativo desse tipo foi realizado em 2015, sem a participação dos líderes japoneses, que não deveriam estar presentes mesmo este ano. Pequim ainda não anunciou quais líderes estrangeiros participarão, mas a presença do presidente russo é esperada Vladimir Putinapós o topo da organização para a cooperação de Xangai em Tientsin. O primeiro -ministro eslovaco Robert Fico confirmou sua participação, enquanto o presidente sérvio Aleksandar Vucic Ele disse que visitará a China no mesmo período. De acordo com o “South China Morning Post”, também o líder do sudeste da Ásia, como o presidente indonésio Subestrutura Prabowo e o primeiro -ministro da Malesiana Anwar Ibrahimpoderia estar presente. Fontes anônimas indicam que também os líderes do Camboja, Laos e Mianmar poderiam participar, enquanto muitos embaixadores europeus em Pequim poderiam abandonar o evento devido à presença de Putin. A disputa corre o risco de comprometer os esforços recentes para melhorar as relações entre a China e o Japão, já sob pressão devido à guerra tarifária lançada pelo presidente dos EUA Donald Trump.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.