O “Washington Post” escreve, citando duas autoridades israelenses anônimas e sublinhando que Mossad não está entre as agências dentro do anúncio de Israel no ataque aéreo realizado em Doha contra a liderança do movimento islâmico palestino
A Agência de Inteligência Israel, Mossad, teria se recusado a colocar um plano preparado nas últimas semanas para assassinar a liderança política do Hamas no Catar usando agentes em campo. O “Washington Post” escreve, citando duas autoridades israelenses anônimas e sublinhando que Mossad não está entre as agências dentro do anúncio de Israel no ataque aéreo realizado em Doha contra a liderança do movimento islâmico palestino.
As fontes especificaram que o diretor de Mossad, David Barnea, se oporia à possibilidade de assassinar líderes do Hamas no Catar, por medo de que tal operação possa destruir o relacionamento de sua agência com o governo de Doha, entre os mediadores para encontrar um acordo de paz na faixa de Gaza.
De acordo com a reconstrução do jornal dos EUA, a recusa de Mossad em conduzir uma operação no campo teria levado o governo de Benjamin Netanyahu a recorrer ao bombardeio de 9 de setembro. Vários funcionários teriam questionado o momento da operação, conduzido enquanto a liderança política do Hamas se reuniu em Doha para examinar uma nova proposta dos EUA sobre um acordo para os reféns e a paz em Gaza.
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