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Brasil: terceiro dia do julgamento em Bolsonaro, Moraes e Dino votar na sentença

O juiz falou de um “excesso de evidência” em relação à elaboração do plano chamado “Dagger verde e amarelo”

Dois juízes da Suprema Corte brasileira (STF), Alexandre de Moraes, relator do caso, e Flavio dino, Eles votaram a favor da condenação do ex -presidente do Brasil JAIR BOLSONARO e de sete outros réus para a suposta tentativa de golpe. O terceiro dia do julgamento contra os oito réus foi dividido em duas sessões: o primeiro começou nas 9 horas de Brasília (às 14h em Roma) e a segunda da tarde. O juiz Moraes abriu a sessão da manhã com uma votação que durou quase cinco horas, com um intervalo de dez minutos. Após um intervalo de uma hora, a sessão da tarde foi retomada às 15:30 Ora em Brasília (às 20:30 em Roma) com o voto do juiz Dino, que terminou às 17 horas de Brasília (às 22:00 em Roma).

Em seu voto, Moraes rejeitou as questões preliminares levantadas pelas defesas e reafirmou a validade da deação concedida do ex -ajudante de Bolsonaro Mauro Cid, Considerado um dos principais testes contra Bolsonaro e os outros réus. O juiz falou de um “excesso de evidência” em relação à elaboração do plano chamado “Dagger Green e Amarelo”, que teria provocado o assassinato do presidente do Brasil, Luiz Inacio Lula da Silva com envenenamento, do vice -presidente Gerald Alfmin e moraes com armas de fogo. O juiz votou pela condenação de Bolsonaro e nos outros sete réus por todos os crimes contestados pelo promotor público da República: Associação Criminal do Exército, uma tentativa de abolição violentamente do estado democrático da lei, golpes estatais, danos qualificados por violência e ameaça séria contra a herança da União e a detenção de seleções protegidas. As únicas preocupações de exceção Alexandre Ramagem, cuja imunidade parlamentar foi reconhecida em parte pela câmara: para ele as acusações de golpes estaduais permanecem no tribunal, uma tentativa de abolição violentamente do Estado de Direito Democrata e da Associação Penal Armada.

À tarde, Flavio Dino apoiou a posição de Moraes, também votando na condenação de Bolsonaro e os outros réus. Ele disse que o ex -presidente e ex -ministro Walter Braga Netto “ocupou a função dominante” nos eventos e, portanto, deve receber penalidades mais graves. Outros réus – incluindo Ramagem, Augustus Heleno E Paulo Sérgio Nogueira – Eles teriam desempenhado um papel de “menor importância”. Dino enfatizou que, nos documentos, o uso de “violência e ameaças sérias” é evidente e ironizada: “O nome do plano era a adaga verde e amarela, não a Bíblia verde e amarela”.

Com os votos de Moraes e Dino, o parcial agora é de 2 a 0 a favor da frase. Os juízes ainda precisam ser pronunciados Luiz Fux, Carmen Lucia e o presidente da faculdade, Cristiano Zanin, Nesta ordem. Hoje, o quarto dia do julgamento está agendado: a sessão começará às 9:00 com a intervenção do FUX e terminará ao meio -dia; Quinta -feira 11 e sexta -feira 12 estão programados para sessões de manhã e da tarde. Este pode ser um dia decisivo: mesmo que Fux votos a favor da sentença, o Tribunal já terá a maioria para considerar Bolsonaro e os outros réus responsáveis.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.