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Brasil: setor privado preocupado com as tarefas dos EUA, alarme para não -negociação

Os esforços do confronto do executivo brasileiro com dois obstáculos principais: a dificuldade em encontrar um interlocutor oficial para a Casa Branca e o alto nível de tensão política entre Trump e Lula

O setor privado no Brasil está cada vez mais preocupado com o regime tarifário de 50 % sobre as importações do país anunciado na semana passada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trumpe dos poucos progressos registrados nas negociações comerciais. Isso foi relatado pela emissora “CNN Brasil”. A televisão cita o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Trabalhada (Abimci), Paulo Roberto Puoque disse que saiu da recente reunião interministerial com o governo com “o sentimento de transmitir a mensagem”, mas desde então observa como foram registrados “poucos progredos” nas negociações comerciais com os Estados Unidos e “uma deterioração das relações diplomáticas” foram registradas. A reunião foi realizada após o anúncio de Trump, que impôs um imposto de 50 % a todas as importações do Brasil. Em resposta, a administração do presidente Luiz Inacio Lula da Silva Ele convocou uma reunião interministerial para discutir possíveis soluções com o setor privado. O objetivo é combater os deveres, evitando uma escalada ideológica entre as duas cabeças de estado.

“Não tem nada a ver com a disputa política. Não temos alternativas: precisamos de intervenção do governo até que um acordo seja alcançado”, disse ele Eduardo LoboPresidente da Associação Brasileira da Indústria da Pesca (Líbia), anunciando a intenção de enviar uma carta ao Presidente Lula para solicitar uma linha de crédito de até 900 milhões de reais (cerca de 152 milhões de euros), a fim de garantir a sustentabilidade operacional do setor. Lobo enfatizou que os representantes dos exportadores foram “muito bem -vindos” pelo vice -presidente e ministro do Comércio Gerald Alfminmas destacou que a principal solicitação do setor, adiou a entrada em força do dever agendada para 1º de agosto, não foi aceita.

Segundo o PUPO, adiar a medida é essencial para dedicar tempo à diplomacia para negociar e as empresas para se reorganizarem. Ele elogiou a iniciativa coordenada por Alfmin, chamando -a de “perfeita”, mas acrescentou que houve poucos progressos desde então. “Todo dia que passa, o tempo se torna cada vez mais premente para alguns setores”, alertou. “Perguntei: ‘Ministro, vamos pensar no pior cenário: chegamos em 1º de agosto sem um acordo, o que fazemos com nossos bens?’ Eu não tenho sido uma resposta.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.