A intenção do filho do ex -presidente é “denunciar” às autoridades italianas a “perseguição” que sofreria do deputado, preso na Itália no final de julho
Eduardo Bolsonarofilho do ex -presidente do Jair Brasil, pretende lidar com o tema do deputado Carla Zambellipreso na Itália no final de julho, com o primeiro -ministro, Giorgia Meloniou – acima de tudo – o ministro da infraestrutura, Matteo Salvini. O próprio Bolsonaro disse isso ao jornal “Metropolis”. “Eu nunca conheci Meloni, mas se tivesse a oportunidade, obviamente gostaria de conversar conosco. Salvini, ele é uma pessoa com quem tenho mais contato, já trabalhamos juntos em outras ocasiões”, disse Bolsonaro Jr para a publicação Paulo Cappelli. A intenção é “denunciar” às autoridades italianas a “perseguição” que Zambelli estaria sofrendo, condenado em casa a dez anos de prisão por acusações de ter coordenado o ataque ao sistema de computador de justiça brasileira. Como Salvini e Meloni pertencem “às festas à direita. E, portanto, queremos procurá -los. Não sei se posso ter sucesso. Acho que com Salvini seria mais fácil”. O mesmo vice -primeiro -ministro disse que a liga, uma vez que soube que as notícias da prisão estavam interessadas em visitar Zambelli.
A missão de Bolsonaro pode ser simultaneamente com a jornada que ele pretende fazer no antigo continente, respondendo ao convite feito pelo polonês Eurodepeutado Dominik Tarczynski para falar com o Parlamento Europeu. Iniciativa da qual atualmente não há data precisa e cuja realização está longe de ser óbvia. O jovem Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde fevereiro e, para deixar o país, ele ainda deve verificar através da Interpol se correr o risco de prisão, considerando que as investigações são abertas por sua conta por terem trabalhado a favor das sanções dos EUA contra o Brasil. Uma estratégia que Eduardo, suspensa em março pelo Escritório de Deputado, reivindicou amplamente durante uma entrevista com “ou Globe”. “Estou trabalhando nessa direção. Estou denunciando a prisão (de seu pai Jair, em prisão domiciliar) às autoridades dos EUA e espero que haja uma reação”, disse Bolsonaro reiterando que, em qualquer caso, a decisão final depende da Casa Branca. “O que eles farão eu não sei. Não sei se a pergunta entrará no escrutínio de (Presidente, Donald) Trump ou do Secretário de Estado, Marco Rubio. Espero que haja uma reação”.
Zambelli foi condenado pela Suprema Corte do Brasil (STF) por violar os sistemas de TI do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Chegou à Itália no início de junho, logo após a Interpol ter recebido a ordem de detê -la no aeroporto de Fiumicino, a mulher foi presa em Roma em 29 de julho e atualmente está presa na prisão feminina de Rebibbia. O governo do Brasil está preparando as atividades para solicitar extradição, a hipótese de que os advogados de Zambelli pretendem evitar denunciar supostos abusos cometidos pela justiça do país sul -americano. A tese já estragada pelos advogados italianos do vice: o caso processual ao qual foi submetido a casa “seria inconcebível na Itália”, disse o advogado Angelo Alessandro Sammarcolembrando -se entre outras coisas que a sentença foi imposta e confirmada pelo mesmo juiz supremo – Alexandre de Moraes – que instruiu o caso.