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Bovina tuberculosis em Formello: Os criadores recorrem ao alcatrão, o ASL adia

Estes são animais que pastam livremente nos 600 hectares de Prato de propriedade de

Em Formello, é uma luta livre entre criadores e o ASL Roma 4 na história da demolição de vacas em risco de tuberculose de gado. Para conter a infecção, a Autoridade de Saúde, com uma ordem dada em 3 de junho, ordenou a demolição até 19 de junho, de cada gado, indiferentemente, se saudável ou doente, de propriedade de duas empresas de gado localizadas no vale de Sorbo. Em tudo o que teriam 90 gado de uma empresa e 12 de segundo. Já algumas dúzias de animais foram demolidos e destruíram corpos, a partir do outono passado.

São animais que pastam livremente nos 600 hectares de Prato, de propriedade da propriedade municipal, pela qual os criadores pagam um aluguel ao município de Formello. O ASL, portanto, ordenou a demolição com o objetivo de não deixar a doença animal proliferar. Os criadores, no entanto, recorreram ao alcatrão porque a disposição redefiniria completamente as duas empresas e também contestaria a disposição de um ponto de vista científico. Ontem, o ASL comunicou uma extensão dos termos de demolição adiando o prazo para 3 de julho, motivando essa escolha com as “dificuldades logísticas ou comerciais comprovadas relacionadas ao desempenho do despovoamento total do gado” ligadas ao número conspícuo de animais. Sobre o assunto, também é seguido que o alcatrão avalia a solicitação de suspensão da ordenança.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.