O juiz classificou o comportamento de Wandelt como “irritante”, “inadequado” e “cruel”
Uma jovem que ela afirmava ser Madeleine McCann ela foi condenada por molestar os pais da criança desaparecida. Júlia Wandelt, 24 anos, ela foi absolvida da acusação de perseguição, mas o juiz, Joana Cutts, emitiu uma ordem de restrição contra ele para a proteção de Kate E Gerry McCann, acreditando que a jovem representa “um risco significativo de mais assédio no futuro”.
O juiz qualificou o comportamento de Wandelt de “incómodo”, “inadequado” e “cruel”, sublinhando que “a pena máxima para o crime de assédio é de seis meses de prisão”. “Tendo já passado mais tempo sob custódia à espera de julgamento, a pena que hoje lhe imponho considera-se cumprida”, disse o juiz. Nascido três anos após o desaparecimento de Madeleine, Wandelt afirmou ter sido raptado e criado por um casal não biológico, chegando mesmo a declarar na televisão: “Acho que sou Madeleine McCann”.
Embora a polícia a tivesse informado oficialmente que ela não era Madeleine e lhe tivesse ordenado que não se aproximasse da família, a mulher apareceu na casa dos McCann e enviou cartas e mensagens perturbadoras, implorando repetidamente por um teste de ADN.