O trabalhador humanitário de 46 anos está detido há um ano na prisão de Caracas, Venezuela
“Pedimos ao governo que trate Alberto como se fosse filho deles, tudo acontece num ano de detenção”. O advogado disse isso Alessandra Ballerini que auxilia a família Trentini, o trabalhador humanitário de 46 anos detido há um ano na prisão de Caracas, Venezuela, durante a conferência realizada no Palazzo Marino, em Milão.
“Cada dia é um trauma, ainda mais se a detenção for injusta: pedimos ao governo que aproveite o canal que se abriu com a Venezuela após a canonização”, explicou Ballerini. A última comunicação com Alberto ocorreu “há algumas semanas, quando alguns presos colombianos nos informaram indiretamente que ele está vivo”, considerando que “o primeiro telefonema com Alberto ocorreu depois de seis meses nas condições que mais ou menos conhecemos e imaginamos”. “Estamos em contato com a ONG do Alberto – acrescenta Ballerini – mas não é possível que contribuam para o seu retorno”.
“Nosso governo gastou muito pouco na libertação de Alberto.” A afirmação foi de Armanda Colusso, mãe do trabalhador humanitário Alberto Trentini. “Até agosto não houve contato entre o nosso governo e o governo venezuelano e estou aqui para expressar minha indignação porque tudo o que poderia ter sido feito por Alberto não foi feito para sua libertação”, acrescentou.