Segundo a Agência de Notícias do Azerbaijão, havia “apenas peças sobressalentes para o F-16” na aeronave.
As primeiras observações técnicas sobre o acidente que ontem envolveu um avião de transporte militar turco C-130 no território da Geórgia excluem a presença de vestígios de impacto externo na fuselagem e não existem elementos que sugiram a explosão de uma bomba. A informação foi noticiada pela agência de imprensa do Azerbaijão “Apa”, citando fontes informadas, segundo a qual estão a ser avaliadas duas hipóteses técnicas: uma falha estrutural devido à corrosão da fuselagem ou um possível movimento descontrolado da carga a bordo.
A aeronave, com vinte pessoas a bordo – todas falecidas – dirigia-se do Azerbaijão para a Turquia e tinha parado durante duas horas no aeroporto de Ganja, onde a tripulação permaneceu a bordo. A equipe técnica ficou responsável pelo apoio logístico aos F-16 que participaram do desfile militar em Baku no dia 8 de novembro. Segundo a fonte, “não havia explosivos ou dispositivos a bordo, apenas peças de reposição para aeronaves F-16”. O avião estava em serviço há muitos anos e a última revisão datava de 2020. “A ausência de buracos de impacto ou sinais de explosão na fuselagem – como verificado no caso do Embraer-190 do Azerbaijão abatido em dezembro de 2024 – leva à exclusão tanto do abate como da sabotagem interna”, explicou a fonte.