Na nova versão, muito mais curta, em grande parte as referências aos direitos LGBTQI, à crise humanitária e ao orçamento das vítimas em Gaza desaparecer em grande parte
A administração do Presidente dos Estados Unidos Trump reduziu e suavizou significativamente o relacionamento de 2024 sobre os direitos humanos do Departamento de Estado, eliminando ou atenuando críticas a países aliados como El Salvador e Israel, historicamente acusados por organizações não governamentais de violações graves de direitos humanos. Na nova versão do relacionamento, muito mais curta, em grande parte as referências aos direitos LGBTQI, à crise humanitária e ao orçamento das vítimas em Gaza, bem como as acusações de El Salvador de assassinatos extrajudiciais, tortura e condições de prisão, em vez do relatório no ano passado, desaparecem. No país da América Central, o documento afirma: “Não houve relações credíveis de abuso grave”, em forte contraste com a edição anterior.
Em vez disso, o texto muda a atenção para o agravamento da liberdade de expressão na Europa e aumenta as críticas do Brasil e da África do Sul. A guerra na Ucrânia também é chamada de “Guerra da Rússia-Ucrânia”, atenuando a sentença em Moscou. De acordo com fontes internas, o relatório – cuja publicação foi adiada por meses – foi reformulada para alinhar seu conteúdo à visão e políticas da administração presidencial no cargo, introduzindo novas categorias como “vida e liberdade” e “segurança da pessoa”. Para os críticos, incluindo o ex -funcionário do Departamento de Estado Josh Paul, O documento é “mais semelhante à propaganda soviética do que ao produto de um sistema democrático”. O porta -voz do departamento de Tammy Bruce respondeu que a revisão serviu para melhorar sua legibilidade e remover “afirmações politicamente partidárias”.