Pequim “continua sendo um parceiro confiável e confiável”
A China e a Mongólia devem “permanecer unidas” num “ambiente internacional turbulento” e “em resposta a desafios globais cada vez mais complexos”. Isto foi afirmado pelo Ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, no final das conversações mantidas ontem, 14 de Junho, com o homólogo mongol, Batmunkh Battsetseg, em Ulan Bator.
Durante uma conferência de imprensa com Battsetseg, Wang disse que durante as conversações, “foi reafirmado o respeito mútuo pela independência, soberania e integridade territorial dos países de cada um, bem como o seu compromisso de respeitar os seus interesses fundamentais, principais preocupações e caminhos de desenvolvimento escolhidos”. Wang expressou apreço pela adesão da Mongólia ao princípio de “uma só China”, pela sua oposição a qualquer forma de “independência de Taiwan” e pelo seu apoio à posição de Pequim em questões relacionadas com Taiwan, Hong Kong, Xinjiang e Tibete, informou a agência de notícias estatal da China “Xinhua”.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros reiterou que Pequim “continua a ser um parceiro fiável e digno de confiança” para Ulaanbaatar, que continuará a contar com o apoio da China, se necessário. No futuro, os dois países irão “explorar oportunidades de cooperação em campos emergentes”, fortalecer a coordenação em assuntos multilaterais, opor-se ao militarismo e promover o alinhamento da Iniciativa do Cinturão e Rota (BRI) da China com a estratégia de desenvolvimento da Estrada da Pradaria da Mongólia, concluiu Wang.