“Pequim é a única fonte de instabilidade no Indo-Pacífico”, disse o secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, Joseph Wu.
O governo de Taiwan enviou navios de guerra e caças para monitorar a segunda patrulha conjunta organizada pela China perto da ilha dentro de uma semana. Ontem, o Ministério da Defesa de Taiwan informou ter detectado 21 aeronaves chinesas, incluindo caças J-16 e drones, envolvidas em operações ao redor da ilha ao lado de navios de guerra.
Taipei divulgou imagens tiradas de seus meios militares mostrando aviões chineses voando perto de um avião-tanque Y-20 e do navio de guerra chinês Yinchuan, monitorado pela Marinha de Taiwan. O Secretário Geral do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, José Wu, divulgou a presença do grupo de ataque de porta-aviões chinês Liaoning em seu perfil X, acrescentando que “a China é a única fonte de instabilidade no Indo-Pacífico”. Em 23 de maio, Wu informou que Pequim também mantém mais de 100 navios estacionados ao longo da chamada “primeira cadeia de ilhas”, que se estende do Japão às Filipinas através de Taiwan. Pequim considera Taiwan parte integrante do seu território e há anos que intensifica a pressão militar sobre a ilha, enquanto o governo taiwanês rejeita as reivindicações chinesas de soberania. Pequim também organizou uma patrulha de prontidão para o combate em 19 de maio, um dia antes de o presidente taiwanês, Lai Ching-te, celebrar o aniversário do seu segundo mandato.