O presidente criticou duramente a jornalista da CBS News, Norah O’Donnell, por ter lido alguns trechos do manifesto atribuído ao suposto autor do tiroteio.
O ataque armado ocorrido no sábado à noite no Washington Hilton Hotel, durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, levantou sérias questões sobre a eficácia dos mecanismos de segurança criados para proteger o presidente. Donald Trump e outros altos funcionários presentes. Isto é o que lemos numa análise do jornal “Wall Street Journal”, que confirma que apesar de um impressionante destacamento de agências de aplicação da lei, o suspeito do ataque, Cole Allen, 31 anos, conseguiu reservar quarto no hotel na véspera do evento, obtendo assim acesso privilegiado à estrutura e possibilidade de estudar a sua disposição interna. Segundo os investigadores, este foi precisamente o ponto fraco decisivo: em vez de contornar o sistema de segurança na noite do evento, o homem evitou-o no momento da reserva. Os hóspedes poderiam entrar no hotel através de verificações externas, simplesmente apresentando um convite ou ingresso, sem verificações sistemáticas de identidade. Além disso, o acesso ao lobby e aos andares inferiores não exigia a passagem por detectores de metais; essas verificações só estavam previstas na entrada do salão principal.
O agressor, que transportava múltiplas armas de fogo, correu através de um dos portões de segurança em direção ao salão de baile, onde estavam reunidos mais de 2.500 convidados, incluindo Trump e o vice-presidente James David Vance, membros do governo, parlamentares e jornalistas. O homem foi detido antes de chegar à área principal, após tiroteio com forças de segurança. Um agente do Serviço Secreto ficou ferido, mas nenhuma outra vítima foi relatada. O episódio inevitavelmente trouxe à mente o ataque a Ronald Reagan em 1981, ocorrido em frente ao mesmo hotel. Desde então, o Washington Hilton tem sido considerado um local comprovado para eventos presidenciais, mas o incidente de sábado sugere que os protocolos tradicionais podem já não ser suficientes num ambiente de ameaças cada vez mais complexo. O Serviço Secreto defendeu as suas ações, alegando que o sistema de proteção funcionou, pois o atacante foi detido antes que pudesse chegar ao presidente. No entanto, o incidente provavelmente levará a uma revisão completa dos procedimentos de segurança para eventos deste tipo.
O ataque armado ocorrido no sábado à noite no Washington Hilton Hotel, durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, levantou sérias questões sobre a eficácia das medidas de segurança estabelecidas para proteger o presidente Donald Trump e outros altos funcionários presentes. É o que lemos numa análise do jornal “Wall Street Journal”, que confirma que apesar de um impressionante destacamento de agentes da lei, o suspeito do ataque, Cole Allen, 31 anos, conseguiu reservar um quarto no hotel na véspera do evento, obtendo assim acesso privilegiado à estrutura e a possibilidade de estudar a sua disposição interna. Segundo os investigadores, este foi precisamente o ponto fraco decisivo: em vez de contornar o sistema de segurança na noite do evento, o homem evitou-o no momento da reserva. Os hóspedes poderiam entrar no hotel através de verificações externas, simplesmente apresentando um convite ou ingresso, sem verificações sistemáticas de identidade. Além disso, o acesso ao lobby e aos andares inferiores não exigia a passagem por detectores de metais; essas verificações só estavam previstas na entrada do salão principal.
O agressor, que transportava múltiplas armas de fogo, correu através de um dos portões de segurança em direção ao salão de baile, onde estavam reunidos mais de 2.500 convidados, incluindo Trump e o vice-presidente James David Vance, membros do governo, parlamentares e jornalistas. O homem foi detido antes de chegar à área principal, após tiroteio com forças de segurança. Um agente do Serviço Secreto ficou ferido, mas nenhuma outra vítima foi relatada. O episódio inevitavelmente trouxe à mente o ataque a Ronald Reagan em 1981, ocorrido em frente ao mesmo hotel. Desde então, o Washington Hilton tem sido considerado um local comprovado para eventos presidenciais, mas o incidente de sábado sugere que os protocolos tradicionais podem já não ser suficientes num ambiente de ameaças cada vez mais complexo. O Serviço Secreto defendeu as suas ações, alegando que o sistema de proteção funcionou, pois o atacante foi detido antes que pudesse chegar ao presidente. No entanto, o incidente provavelmente levará a uma revisão completa dos procedimentos de segurança para eventos deste tipo.
Trump criticou duramente o jornalista da estação de televisão “Cbs News Norah O’Donnell” por ter lido algumas passagens do manifesto atribuído ao suposto autor do tiroteio ocorrido no sábado no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca. O presidente definiu o jornalista como “uma vergonha”, contestando nomeadamente a leitura de um trecho em que o agressor qualificava o presidente como “pedófilo, violador e traidor”. “Não sou nada disso”, respondeu Trump ao jornalista que lhe pediu um comentário sobre o cartaz, acusando O’Donnell de dar espaço às palavras de “uma pessoa doente”. Segundo a mídia norte-americana, o suposto autor do ataque, identificado como Cole Allen, deixou um manifesto nomeando funcionários do governo como alvos. Durante a entrevista, Trump disse que não se sentiu em perigo durante o incidente e reiterou que queria ver o evento remarcado para o próximo mês, argumentando que “não se pode permitir que uma pessoa perturbada cancele um evento como esse”.