O chanceler definiu a política econômica “a prioridade desse governo federal”
O chanceler federal Friedrich Merz Ele defendeu a atenção dada à política externa nos primeiros cem dias de seu mandato, sublinhando que em um país orientado a exportações como a Alemanha “apenas a política interna não pode ser feita”. Falando no Congresso Regional da CDU da Saxônia de Bassa em Osnabrueck, Merz acrescentou: “É necessário estar presente no exterior, não apenas com a economia, mas também com a política”. Merz definiu a política econômica “a prioridade desse governo federal”, no entanto, reconhecendo “problemas profundos e vastos em escala” na economia alemã.
“A tarefa de sair da recessão é mais difícil do que alguns imaginados. Não é apenas uma fraqueza conjuntural, mas também estrutural”, disse ele, acrescentando que a crise está em andamento há pelo menos dez anos. O chanceler citou o “programa imediato” como uma resposta, que, entre outras coisas, oferece maior possibilidade de amortização para as empresas. Merz rejeitou a hipótese feita pelo Partido Social Democrata (SPD) para aumentar os impostos para o mais rico e definiu o modelo atual de status social “não mais financiado”. Internacionalmente, Merz julgou o Acordo de Dectum entre a UE e os Estados Unidos “bastante aceitável”, explicando que ele evitou uma escalada da guerra comercial e reiterou a necessidade de a Alemanha se tornar mais independente “do ponto de vista econômico e militar”, com o objetivo de ser “capitães”.