Para o porta -voz do Ministério do Ministério do Petróleo e Mineração egípcio, Motaz Atef, a operação faz parte de uma estratégia de “trilha dupla”
O acordo anunciado nos últimos dias com Israel para o fornecimento de gás natural não é um novo contrato, mas uma extensão do contrato assinado em 2019. O porta -voz do ministério do petróleo egípcio e recursos de mineração especificou -o, Motaztefsublinhando que a operação faz parte de uma estratégia de “pista dupla” que visa aumentar a produção nacional de gás e petróleo e diversificar as fontes de suprimento, enquanto fortalece o papel do Egito como um centro de energia regional. As declarações de Atef vêm depois que a empresa israelense Newmed Energy definiu o acordo um “marco”, falando de um plano de exportar até 130 bilhões de metros cúbicos de gás no Egito até 2040, por um valor estimado de 35 bilhões de dólares.
Segundo o porta -voz, o número não é definitivo e o preço seguirá uma fórmula flexível ligada às condições do mercado. “É do nosso interesse. Se precisarmos do gás, tudo bem; se não precisarmos, tudo bem. A prioridade é um seguro estratégico”, disse ele, destacando que a extensão garantirá um suprimento estável em um período de “mudanças geopolíticas rápidas”. Em fevereiro de 2025, o Cairo também assinou um contrato de exportação de gás com Chipre e está realizando outros acordos na área do Mediterrâneo Oriental para equilibrar as necessidades internas com o excesso destinado à exportação. A extensão da cessação com Israel foi assinada com a Blue Ocean Energy, que compra o gás do depósito offshore do Leviathan para vendê -lo no Egito.