A luta contra o tráfico de droga “é uma frente prioritária que sempre nos viu na vanguarda: a Itália representa a excelência absoluta”, afirmou o Primeiro-Ministro
“Quero agradecer ao presidente Mattarella porque a sua presença testemunha um compromisso concertado das instituições para libertar aqueles que caíram no jugo da dependência e para construir caminhos eficazes de tratamento e reabilitação”. Isto foi afirmado pelo Primeiro-Ministro, Giorgia Meloniabrindo os trabalhos da Conferência Nacional sobre Dependências e Políticas Antidrogas, em curso em Roma.
“Esta nomeação, que a lei prevê, não é celebrada com uma composição tão ampla e participativa há 16 anos. Fico feliz que isto esteja a acontecer no governo que presido”, afirmou o primeiro-ministro. “A mudança de época coloca desafios inimagináveis para as gerações que nos precederam. As antigas dependências se sobrepõem e se entrelaçam com as novas, gerando fragilidades e problemas muitas vezes desconhecidos no passado”, observou Meloni.
Contra os vícios “o governo, antes de mais, deve criar as ferramentas necessárias para funcionar da melhor forma. De 2024 a 2025 o investimento económico quase duplicou, atingindo 165 milhões de euros.
Meloni afirmou que “o desafio às dependências é considerado uma prioridade pelo Estado. Mas o trabalho só tem sucesso se for em equipa: a sinergia entre os vários níveis institucionais, a colaboração entre o público e o privado são condições sem as quais não é possível fazer nada”.
A luta contra o tráfico de drogas “é uma frente prioritária que sempre nos viu na vanguarda: a Itália representa a excelência absoluta e muitas nações olham para o nosso modelo, muitas nações recebem o nosso apoio tanto em termos de soluções regulatórias como em termos de colaboração investigativa e judicial concreta, dando origem a uma cooperação que em vários contextos, particularmente nos países latino-americanos, demonstra grande eficácia”, sublinhou Meloni.
Na luta contra as dependências “ninguém está sozinho nem ficará sozinho, nenhum filho, nenhum pai, nenhum voluntário será abandonado a si mesmo. Há desafios que definem o que somos e o que queremos ser: reconhecemos este compromisso solene e vamos mantê-lo”, acrescentou o primeiro-ministro. “Há desafios que tocam a alma de uma nação e esta conferência não é um simples cumprimento da lei mas é uma oportunidade para demonstrar que as drogas e as dependências não terão a última palavra”, concluiu.