Sobre nós Menções legais Contato

Líbia: Ex-funcionário da embaixada em Roma recebe maxi-cartella por indenização que nunca foram recebidos

“Não tomamos um euro, e agora o estado pede que paguemos impostos sobre dinheiro não existente. É loucura”

Disparado em toda a pandemia, quando na Itália a proibição de demissão estava em vigor, sem receber óculos nem indenização de indenização, e hoje ligou para pagar impostos sobre somas que nunca coletaram. É a história paradoxal que envolve dez ex -funcionários da Embaixada da Líbia em Roma, dos quais nove cidadãos italianos, que esperam pela liquidação de seus direitos desde 2020.

“Além do dano, também a zombaria”, resume um deles, Giuseppe Bragaloni, O ex -motorista da embaixada, que afirma ter recebeu uma pasta de 7 mil euros por imposto tributário sobre a TFR, nunca pagou: “Não tomamos um euro e agora o estado pede que pagamos impostos sobre dinheiro não existente. É loucura”.

De acordo com o advogado Francesco Falzetti, que auxilia os ex -funcionários, as demissões ocorreram em dois retornos: o primeiro em 17 de novembro de 2020, o segundo em 31 de dezembro do mesmo ano. “Mesmo assim – ele explica – havia irregularidades formais evidentes, com letras e revogações repetidas além dos termos da lei. Em qualquer caso, a embaixada não liquidou os dez trabalhadores nem os direitos nem para a indenização de indenização que desafiamos as demissões e iniciamos as ações, a partir da injeção, se emitida. Se emitida.

Uma primeira tentativa de execução duma hipoteca nas contas líbias foi executada diante do princípio da imunidade diplomática, enquanto outros decretos foram apresentados com a intenção de se inserir subsequentemente no mesmo procedimento. Em 2021, uma sentença de primeira instância reconheceu os direitos econômicos, sem entrar nos méritos da legitimidade das demissões por razões de jurisdição. Em 2023, outra decisão favorável aos trabalhadores chegou, agora apelada pela embaixada.

Paro nas contas da embaixada da Líbia em Roma: em risco de assistência médica, acomodação para menores e despesas para militares

A novidade ocorre este ano com a frase no. 14253 do Tribunal de Cassação, que estabeleceu um princípio destinado a afetar casos futuros: não é suficiente que um relato seja em nome de uma embaixada para ser considerada indiana. Precisamos de uma declaração formal do embaixador que certifica o destino para funções soberanas (Iure Imperii) e o manuseio deve ser consistente. Na ausência, as contas podem ser executadas como qualquer outro relacionamento bancário. “Esta frase – observa Falzetti – abre uma estrada de concreto. Estamos pensando em tentar novamente as execuções duma hipoteca nos bancos. São boas notícias para os trabalhadores, que estão esperando as somas agora reconhecidas há anos e que, em seu total, representam um item importante para a economia das famílias envolvidas”.

No entanto, o nó amargo continua sendo o tratamento tributário. “As embaixadas não são substitutos – sublinha Falzetti – e os funcionários devem sustentar a si mesmos. A agência de receita, com base no princípio da competência, já taxou as pessoas com direito como se tivessem sido pagas. Agora, meus clientes se encontram registros fiscais sobre somas nunca coletadas”. Pendente de um resultado dos procedimentos executivos – incluindo um anexo imobiliário já iniciado contra um ativo de propriedade da embaixada – os ex -funcionários permanecem em condições de incerteza.

“O TFR é um direito, foi liquidado dentro de noventa dias, quase seis anos se passaram”, observa Bragaloni. Mas, mais do que continuar em novas ações judiciais, os trabalhadores deixam claro que estão dispostos a deixar anos de disputa para trás se a sede diplomática reconhecesse tanto quanto devido. Seria uma solução útil não apenas para os ex -funcionários, mas também para a embaixada, que poderia arquivar uma história herdada da gerência anterior e superar um problema que hoje pesa sobre o funcionamento e o prestígio do estado da Líbia na Itália.

Beatriz Marques
Beatriz Marques
Como redatora apaixonada na Rádio Miróbriga, me esforço todos os dias para contar histórias que ressoem com a nossa comunidade. Com mais de 10 anos de experiência no jornalismo, já cobri uma ampla gama de assuntos, desde questões locais até investigações aprofundadas. Meu compromisso é sempre buscar a verdade e apresentar relatos autênticos que inspirem e informem nossos ouvintes.