O presidente: “Temos que fazer melhor, temos que trabalhar mais rápido”
O presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos Jr. Ele concentrou seu discurso anual no estado da nação em questões econômicas internas e nos resultados de sua administração, na tentativa de recuperar os consentimentos após a derrota sofrida nas eleições de médio prazo em maio passado. Sem mencionar temas cruciais, como as novas taxas impostas pelos Estados Unidos ou tensões políticas internas, Marcos reconheceu a decepção do eleitorado e prometeu acelerar a frente da reforma. “Temos que fazer melhor, temos que trabalhar mais rápido”, disse ele, falando em Filippino. Em seu quarto discurso para o país, o presidente anunciou medidas para apoiar a industrialização e fortalecer os serviços básicos: subsídios agrícolas, mais salas de aula, infraestruturas digitais, assistência na infância e expansão do sistema de saúde. Ele também reiterou o compromisso pela modernização das forças armadas e pela defesa da soberania marítima do país.
Marcos evitou lidar com a questão das tarefas dos EUA, embora tenha garantido que as Filipinas estejam “prontas” para atrair investimentos estrangeiros. Depois de conhecer o colega dos EUA Donald Trump Em Washington, os “dados mútuos” impostos ao país asiático em abril passado foram um pouco reduzidos de 20 para 19 %, mas muitos detalhes ainda precisam ser definidos. Nenhuma menção de Marcos nem mesmo ao confronto com a família Detterte, que viu a prisão do ex -presidente Rodrigo e o impeachment – então cancelado – da vice -presidente Sara Detterte.