Kseniia Petrova, 30 anos, já estava em risco de expulsão por não ter declarado embriões de sapos que trouxeram para os Estados Unidos da França em fevereiro passado em fevereiro passado
Kseniia Petrova, um cientista e pesquisador russo empregado na Universidade de Harvard, foi indiciado ontem com uma acusação criminal de mercadorias no país e corre o risco de expulsão dos Estados Unidos. A incriminação representa mais uma vez pela administração do presidente Donald Trump em um caso que atraiu a atenção internacional de acadêmicos e cientistas em todo o mundo. Petrova, 30 anos, já estava em risco de expulsão por não ter declarado embriões de sapo que trouxeram para os Estados Unidos da França em fevereiro passado. Após a descoberta das amostras que não reagiram pelos agentes da Dogana e a proteção das fronteiras dos EUA, Petrova, foi retida, seu visto J-1 foi revogado e a mulher foi transferida para um centro de detenção na Louisiana.
Petrova ainda está aguardando a decisão de um juiz sobre uma possível expulsão em relação à Rússia, seu país de origem do qual ele fugiu em 2022 após a invasão da Ucrânia, temendo perseguições políticas. Petrova se expressou abertamente contra a guerra. “Se eu voltar, temo ser preso por causa de minha posição política e minha oposição à guerra”, disse Petrova no mês passado. Uma audiência sobre seu caso foi realizada ontem e, de acordo com o jornal “New York Times”, um promotor federal informou ao juiz que o governo pretende expulsar Petrova e adiá -lo à Rússia.