A frase marca um ponto de virada significativo na luta contra a corrupção no país
O Tribunal de Recurso de Nouakchott condenou o ex -presidente Mauritano ontem Mohamed Old Abdel Azizem 15 anos de prisão por crimes relacionados à corrupção, enriquecimento ilegal e lavagem de dinheiro. A sentença representa um aperto significativo em comparação com a sentença de cinco anos infligida em primeira instância em dezembro de 2023. Segundo o relatado pelo jornal Mauritano “Akhbar Watan”, o tribunal também ordenou o confisco do ativo do ex -presidente e a dissolução da Fundação “Errahma”, gerenciada pelo filho de Abdel Az. Além disso, o filho -na escala do ex -presidente foi condenado a dois anos de prisão por influências. O promotor -geral solicitou uma sentença de 20 anos de prisão, acusando Abdel Aziz de ter transformado a presidência em um “escritório de intermediação e chantagem para investidores”, acumulando ilegalmente mais de 70 milhões de dólares durante seu mandato.
A defesa contestou a legitimidade do processo, alegando que o Tribunal ignoraria a decisão do Conselho Constitucional que reconheceu a imunidade presidencial. O julgamento, iniciado em janeiro de 2023, foi um dos mais longos da história judicial da Mauritânia e também envolveu outros altos funcionários da administração de Abdel Aziz. A sentença marca um ponto de virada significativo na luta contra a corrupção no país, destacando o compromisso das autoridades mauritanas na busca de responsabilidade política e financeira nos níveis mais altos do estado.