A comparação servirá também para clarificar as intervenções incluídas na alteração orçamental
Um plano operacional para as emergências do sistema de saúde está no centro da cimeira político-técnica convocada para amanhã nos escritórios da Viale Trento pelo Presidente da Região e Conselheiro interino da Saúde, Alessandra Todde. São esperados os secretários regionais do M5S e do Pd, acompanhados de representantes partidários com maior experiência no tema. Prevê-se a presença da própria Todde, com possível envolvimento do chefe de gabinete do departamento e do diretor-geral Thomas Schael. Entre os assuntos em cima da mesa estão o risco de perda de fundos do Pnrr destinados a hospitais e lares comunitários, a sobrelotação nas urgências, a crise na medicina básica e a escassez de pessoal nos hospitais periféricos.
O Partido Democrata aguarda garantias oportunas sobre os métodos de intervenção: sem garantias consideradas convincentes, a posição do partido poderá endurecer. A comparação servirá também para esclarecer as intervenções incluídas na alteração orçamental. A manobra mobiliza um total de 100 milhões de euros: 10 milhões destinam-se à reprogramação da rede territorial em linha com o decreto ministerial 77 de 2022, com a ativação de novos lares e hospitais comunitários financiados pelo Pnrr. Além disso, estão previstos 15 milhões no triénio para o projecto “Casa comunitária móvel”, que visa garantir maior capilaridade de serviços em todo o território regional, e mais 8 milhões, novamente no triénio, a favor da empresa regional de saúde para o reforço dos especialistas ambulatoriais.