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Câmara de Sines investe 180 mil euros na construção de Centro de Recolha Oficial de Animais

Por a 25 de Junho, 2019

A Câmara de Sines vai construir este ano um Centro de Recolha Oficial de Animais, no valor de 180 mil euros, para fazer face ao aumento de animais errantes no concelho.

De acordo com Nuno Mascarenhas, presidente da Câmara Municipal de Sines, foi possível “ adjudicar a execução do Centro de Recolha Oficial (CRO) de Animais, que vai dar resposta aos problemas que temos tido com cães e gatos na cidade sendo esta seja uma primeira resposta a esta necessidade urgente”.

O investimento, de 180 mil euros, é “totalmente financiado pelo município”, que prevê arrancar com “os trabalhos preparatórios” da obra em julho para concluir a construção do futuro centro “entre o final deste ano e o início de 2020”, assegurou.

O novo CRO de Animais vai ser construído em terrenos municipais, “na zona da Costa do Norte”, em Sines, numa área que está sob jurisdição da administração portuária.

O autarca considera importante esta localização, uma vez que “permite estar próximo da cidade e devidamente distante das habitações”.

Além da construção de um edifício de raiz com um “conjunto de boxes” para albergar os animais, o projeto prevê a criação de gabinetes para os técnicos e de espaços para “receber as pessoas que tragam animais para o canil”, que irá servir igualmente de apoio ao futuro Centro de Recolha Oficial Intermunicipal previsto para Santiago do Cacém e que vai servir os cinco municípios do litoral alentejano.

Nuno Mascarenhas lembrou as “dificuldades em adjudicar a obra” do futuro canil municipal, em virtude dos “concursos ficarem desertos”, para justificar os atrasos na resolução de “um problema que já se arrasta há muitos anos” e que tem conduzido ao aumento de matilhas de cães e de colónias de gatos na cidade de Sines.

“É um problema que já se arrasta há muitos anos e este executivo [PS], pela sensibilidade que temos e pela capacidade [financeira] que neste momento já dispomos, quer dar uma resposta adequada a um problema que continua a subsistir e que queremos ver resolvido o mais rapidamente possível”, concluiu.


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