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Autarca aplaude lançamento do concurso de modernização da linha ferroviária até Sines

Por a 1 de Julho, 2020

O presidente da Câmara Municipal de Sines, Nuno Mascarenhas, congratula-se com o facto da Infraestruturas de Portugal (IP) ter “finalmente” lançado o concurso público para modernizar e eliminar constrangimentos na ligação ferroviária entre Sines e a Linha do Sul, cuja interceção se faz em Ermidas-Sado.

Este investimento, inscrito no PNI – Plano Nacional de Investimentos 2030, “é essencial para o futuro do porto de Sines. Junta-se, entre outras, à obra de requalificação do ramal ferroviário do porto, em execução. Investir na modernização da ferrovia de mercadorias é investir na aproximação de Sines aos seus mercados estratégicos. A competitividade de um porto joga-se no mar, mas também em terra”, sublinhou. 

A empreitada em concurso, com um preço base de 33,6 milhões de euros e um prazo de execução de 720 dias, prevê a construção de uma nova estação técnica, o prolongamento da estação de São Bartolomeu da Serra, a substituição da superestrutura de via, a adaptação das catenárias existentes, o saneamento da plataforma, a construção de obras de arte correntes e a implementação de Retorno de Corrente de Tração, Terras e Proteções.

O autarca reforçou ainda que a expansão do Terminal XXI e o surgimento de eventuais interessados no concurso do Terminal Vasco da Gama elevam a exigência ao nível das acessibilidades.

“A Câmara de Sines, bem como entidades como a Administração do Porto e a aicep global Parques, têm estado em contacto permanente com o Governo e com as Infraestruturas de Portugal no sentido de serem estudadas as acessibilidades ao maior porto nacional e à sub-região do Alentejo Litoral. Também na rodovia são essenciais investimentos que qualifiquem estas acessibilidades e estamos certos que esta fase de grande dinâmica económica que se vive em Sines e no Alentejo Litoral é uma oportunidade única para que o Governo inscreva nos seus planos infraestruturas que há muito vêm sendo adiadas”, afirmou.

Foi também lançado um segundo procedimento, com um preço base de 6,05 milhões de euros, para coordenação e fiscalização da obra.


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